Fotos do Museu Imperial

Museu Imperial conta a história do regente Pedro I e II

O Museu Imperial de Petrópolis é um dos pontos culturais mais atrativos da cidade. Localizado no centro histórico, o museu já foi a residência favorita do imperador Pedro II.

O grande destaque do museu pode ser atribuído ao próprio palácio, os móveis e objetos de arte que pertenciam à família do imperador, incluindo a Coroa Imperial e jóias, e os arquivos composto por 250.000 documentos originais que vão do século 13 ao início do século 20.

Construído entre 1845-1862 para ser residência de verão, o palácio é considerado a origem da cidade que recebeu seu nome do imperador Pedro I. Algun tempo antes da Proclamação da Indepedência do Brasil, Pedro I ficou encantado com a região, em 1822. Em 1830, ele comprou a fazenda onde o palácio foi construído.

O palácio foi projetado pelo engenheiro alemão e do Exército Brasileiro major Júlio Frederico Koeler e seguido pelos arquitetos Joaquim Cândido Guilhobel e José Maria Jacinto Rebelo após sua morte. Algumas das características distintivas do edifício neoclássico são o assoalho do vestíbulo em mármore de Carrara e mármore preto da Bélgica, pisos e molduras de portas feitas de madeiras nobres como o jacarandá e pau-rosa.

Os jardins foram projetados por Jean Baptiste Binot, sob a orientação pessoal do imperador, com plantas nativas, algumas delas raras.

Depois que o Brasil se tornou uma república em 1889, o palácio foi alugado para o Colégio Notre Dame de Sion (1892-1908) e ao Colégio São Vicente de Paula (1909-1940). Um ex-aluno do Colégio São Vicente de Paula, Alcindo de Azevedo Sodré, sonhava em transformar o palácio em museu e foi graças ao seu trabalho e influência que o Presidente Getúlio Vargas criou o museu por decreto em 1940. O museu foi aberto em 16 de março de 1943.

O Museu Imperial está decorado com mobiliário que foi usado pela família imperial em Petrópolis ou no Rio de Janeiro. A mesa de mogno e cadeiras criadas por F. Léger Jeanselme Père & Fils na sala de jantar e a cama em jacarandá rococó Português usada pela Princesa Leopoldina, uma das filhas do imperador, são exemplos de peças históricas em exposição.

O item mais valioso no museu, no entanto, é a coroa do Imperador Pedro II, feitos por encomenda para o jovem monarca – coroado com a idade de 15 – pelo artista carioca Carlos Marin. A coroa está no museu desde 1943.

Outros tesouros da família imperial abrigado no museu são: cetro de D. Pedro II e jóias usadas por sua esposa, a imperatriz Leopoldina.

Toda semana, o museu abriga shows musicais e de luzes com duração de 45 minutos que reencena momentos de reinado do imperador Pedro II.

Dentro do Museu Imperial tem o Bistro Imperatriz  que serve comida variada e vinho.

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