Imigração no Brasil – Resumo

Imigração no Brasil tem altos e baixo

Desde o seu descobrimento em 1500 por colonizadores portugueses, o Brasil,  maior país da América do Sul, tem tido uma presença forte de imigrantes. A composição da população foi muito influenciada por distintas ondas de imigrantes em diferentes momentos da história. Muito desta imigração, por sua vez, está ligada a fatores econômicos.

Ao longo do tempo, os governos do Brasil têm incentivado fluxos migratórios para preencher o seu vasta território e impulsionar a produção agrícola. A primeira onda, coordenada por Portugal, trouxe imigrantes portugueses e escravos da África.

Em períodos recentes, o governo implementou inicitivas politícas para a imigração de pessoas da Alemanha, Itália (principalmente no final do século XIX) e Japão (principalmente no início do século XX) para áreas no interior dos Estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Atualmente a evolução econômica com o mercado comum da América do Sul está conduzindo a imigração de pessoas de paises vizinhos ao Brasil.

O governo tem políticas de incentivo a imigração. Ao mesmo tempo, nenhuma política foi criada para desencorajar ou impedir a entrada de imigrantes ilegais.

Durante o domínio de Portugal, a imigração no Brasil (a partir de países que não Portugal) foram proibidas porque os portugueses queriam impedir que outros países europeus se estabelecessem e reivindicassem territorio.

Só depois de 1808, quando o rei de Portugal fugiu para o Brasil, com a ajuda da marinha real britânica, para escapar da regra de Napoleão, o Brasil abriu suas portas para trocas comerciais e permitir que não europeus portugueses se estabelecessem no Brasil.

Estima-se que 6 milhões de africanos foram forçosamente levados para Brasil entre 1550 e 1850 para trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar no nordeste do país. Embora o comércio transatlântico de escravos não tenha acabado até a decada de 1850, o comércio interno de escravos persistiu por razões econômicas.

Três ondas distintas de imigrantes seguiram o fim do comércio de escravos; cada um trouxe imigrantes de diferentes países pelos mais variados motivos.

Na primeira onda, durante a segunda metade do século XIX, o Império recebeu os europeus que vieram para trabalhar no cultivo de café. Estes imigrantes foram procurados como um meio de substituir o trabalho escravo.

Após sua derrota na Guerra Civil Americana, em 1867, 2.070 soldados americanos tinham entrado Brasil através do porto do Rio de Janeiro.

De 1880 a 1903, 1,9 milhões de europeus chegaram, principalmente da Alemanha, Itália, Portugal e Espanha. As pessoas também viram da Ucrânia, Rússia, Lituânia, Hungria, Armênia, China e Coréia.

Em uma segunda onda, de 1904 a 1930, emigraram outra europeus 2,1 milhões de Itália, Polónia, Rússia e Romênia. Em 1908, os primeiros imigrantes japoneses chegaram no país, fixando-se principalmente no estado de São Paulo e no norte do estado do Paraná para trabalhar em fazendas de plantação de café.

A imigração no Brasil durante este período também foi alimentada pela adoção de políticas de imigração mais restritivas nos Estados Unidos, Canadá e Argentina, anteriormente os principais destinos para a imigração no hemisfério ocidental.

Incentivados pelo governo brasileiro, imigrantes da Espanha, a Síria e o Líbano migraram para o Brasil entre 1953 e 1960 para trabalhar no setor industrial. Em 1970, um total de 115.000 espanhóis e 32.000 sírio-libaneses estavam vivendo no Brasil.

Em 1980, o governo estabeleceu o Conselho Nacional de imigração, uma agência responsável pela implementação da política de migração e de emissão de vistos e trabalho. Ela também definiu os critérios para dar residência legal e permissão de trabalho a estrangeiros.

Em 1981, a nova lei de imigração entrou em vigor. Ele delineou categorias diferentes de visto para estrangeiros, como os vistos diplomáticos, vistos temporários, vistos permanentes e vistos de turista. Também foram estabelecidas algumas regras para avaliar a renovação do visto e mudar a categoria de visto.

Entre 1997 e 2004, o governo brasileiro implementou uma variedade de resoluções normativas sobre regras para trabalhadores estrangeiros. A intenção principal do governo era priorizar vistos e autorizações de trabalho para estrangeiros que têm pelo menos um diploma universitário.

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